A humildade de não achar que sabe tudo é o começo da sabedoria
Há uma história em que o Buda ensinou por meio da imagem das folhas em sua mão e das folhas da floresta. O ensinamento que ele deu era como as folhas em sua mão, enquanto aquilo para o qual ele havia despertado e que conhecia era tão vasto quanto as folhas da floresta.
Facilmente achamos que sabemos depois de aprender algumas linhas das escrituras ou de ver apenas uma parte de alguém. No entanto, a mente e a vida de uma pessoa, seu passado e suas condições, são tão amplos quanto uma floresta e difíceis de conhecer por completo.
Quando até conhecer plenamente a mim mesmo é difícil, se concluo que conheço completamente outra pessoa, meu julgamento se torna grosseiro e os relacionamentos ficam bloqueados. A sabedoria não começa insistindo que sei muito, mas com a humildade de saber que muito ainda é desconhecido.
Hoje, não tire conclusões fáceis sobre pessoas nem ensinamentos. Olhe para eles com uma mente ampla e cuidadosa, como se estivesse diante de uma floresta.
Facilmente achamos que sabemos depois de aprender algumas linhas das escrituras ou de ver apenas uma parte de alguém. No entanto, a mente e a vida de uma pessoa, seu passado e suas condições, são tão amplos quanto uma floresta e difíceis de conhecer por completo. Quando até conhecer plenamente a mim mesmo é difícil, se concluo que conheço completamente outra pessoa, meu julgamento se torna grosseiro e os relacionamentos ficam bloqueados. A sabedoria não começa insistindo que sei muito, mas com a humildade de saber que muito ainda é desconhecido.